Em um canto, num conto, no som...
Em um mito, um faro, um tom...
No medo escarlate... Na loucura que parte...
Uma alma se vai... Uma vida que caí.
A lenda guerreia, renasce faceira...
Ataca, atordoa, mata e voa...
Desce e sobe...
Ingrata e esnobe.
Revida no ato, retira o sapato...
Mostra os dentes, joga óleo quente...
Queima a pele, machuca, fere...
Repõe o calçado.
Anda sem dó, marca e dá nó...
Pega no laço, entorta o pescoço...
Vira de lado e faz seu almoço...
Cuidado! Sem alvoroço.
O corpo caiu, sem sangue ruiu...
Em um canto, num conto, no som...
Na loucura que parte, com alma escarlate...
Sem medo nem dó, sem laço nem nó.
Em um mito, um faro, um tom...
No medo escarlate... Na loucura que parte...
Uma alma se vai... Uma vida que caí.
A lenda guerreia, renasce faceira...
Ataca, atordoa, mata e voa...
Desce e sobe...
Ingrata e esnobe.
Revida no ato, retira o sapato...
Mostra os dentes, joga óleo quente...
Queima a pele, machuca, fere...
Repõe o calçado.
Pega no laço, entorta o pescoço...
Vira de lado e faz seu almoço...
Cuidado! Sem alvoroço.
O corpo caiu, sem sangue ruiu...
Em um canto, num conto, no som...
Na loucura que parte, com alma escarlate...
Sem medo nem dó, sem laço nem nó.

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