Há uma cortina trançada com fios de cabelo...
Naqueles cabelos ainda existe vida...
Com meus olhos viajo pela cortina...
Um pano trançado com almas há pouco paridas.
O canto das cortinas foi iniciado...
Vozes roucas fazem dela um conto de teatro...
Dançando em dor e agonia...
Criticadas pela verdade e pelo fato.
As cortinas se renovam e outros fio de cabelo são trançados...
Uns são vermelhos e outros dourados...
Vermelhos de sangue, dourados de fé que não havia em vida...
E fios negros, maldosos,já cansados.
O canto da cortina prossegue...
Na procissão eterna da morte...
A dor infinita cria mais cortinas de almas há pouco paridas...
Pessoas que viveram sem regras, pessoas que não tem sorte.
Naqueles cabelos ainda existe vida...
Com meus olhos viajo pela cortina...
Um pano trançado com almas há pouco paridas.
O canto das cortinas foi iniciado...
Vozes roucas fazem dela um conto de teatro...
Dançando em dor e agonia...
Criticadas pela verdade e pelo fato.
As cortinas se renovam e outros fio de cabelo são trançados...
Uns são vermelhos e outros dourados...
Vermelhos de sangue, dourados de fé que não havia em vida...
E fios negros, maldosos,já cansados.
O canto da cortina prossegue...
Na procissão eterna da morte...
A dor infinita cria mais cortinas de almas há pouco paridas...
Pessoas que viveram sem regras, pessoas que não tem sorte.

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