Que venham as sementes podres que eu as amasso com meus dentes de tubarão,
Cheios de serrotes e fortes como um leão,
Mastigarei feito canibal em dia de feira livre de carne humana,
Depois deitarei-me satisfeito em minha cama.
E aquele que assanhar-se à colocar mais sementes, perde a mão.
Farei questão de morder de leve a ponta dos dedos,
parecendo carinho de cão,
Logo retiro sangue e encharco a palma de medo.
Não serei manso com os normais, nem surdo com os animais,
RELINCHEM QUE EU OUÇO!!!
Depois cuspo nas tuas palavras de merda, anais,
E JURO QUE ISSO AINDA É POUCO!!!
Nação de retardados, que buscam glória pelo papel,
Ainda bem que tenho minha cama e minha mente,
Onde durmo debaixo do agradável céu,
E acordo sem ninguém a minha volta, quase carente.
E volto a ser eu.
Cheios de serrotes e fortes como um leão,
Mastigarei feito canibal em dia de feira livre de carne humana,
Depois deitarei-me satisfeito em minha cama.
E aquele que assanhar-se à colocar mais sementes, perde a mão.
Farei questão de morder de leve a ponta dos dedos,
parecendo carinho de cão,
Logo retiro sangue e encharco a palma de medo.
Não serei manso com os normais, nem surdo com os animais,
RELINCHEM QUE EU OUÇO!!!
Depois cuspo nas tuas palavras de merda, anais,
E JURO QUE ISSO AINDA É POUCO!!!
Nação de retardados, que buscam glória pelo papel,
Ainda bem que tenho minha cama e minha mente,
Onde durmo debaixo do agradável céu,
E acordo sem ninguém a minha volta, quase carente.
E volto a ser eu.

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